Produção em nuvem

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Transformação digital acelerada para criação de conteúdo em 2021!

O conteúdo que segue, aborda de forma simples e exemplifica alguns pontos básicos porém fundamentais na transformação digital em que o mercado de produção audiovisual se encontra.

Aqui vamos demonstrar na prática apenas algumas formas com que soluções tradicionais estão se adaptando na produção e pós. No entanto, as possibilidades são inúmeras, embora ainda pouco exploradas. 

Covid-19 e sua participação especial

O Impacto do Covid-19 na indústria audiovisual apenas acelerou drasticamente um processo inevitável e que já estava acontecendo gradativamente, o de migração das produções para a nuvem.

Tal processo envolve vários aspectos como tecnologia, cultura das empresas, modelo de investimento, relações interpessoais e outros, mas neste texto vamos focar em tecnologia.

Produção e Pós produção em nuvem

O conteúdo a seguir não tem a intenção de ser nenhum tipo fórmula para produção em cloud, mas sim, de compartilhar ideias e possíveis cenários onde criadores de conteúdo possam se beneficiar dos impactos positivos desta transformação digital que foi acelerada, e se preparem para os dias que virão.

Os tópicos abordados são:
* Edição Remota
* Ingest Streaming
* Ilha de edição virtual
* Asset Management

As soluções implementadas para as demonstrações a seguir podem estar completamente ou parcialmente(workflow híbrido) em Cloud, para atender o fluxo de uma produção real, porém cada produção/produtora/pós tem pré-requisitos e fluxos de trabalhos específicos que devem ser levantados para customização e garantia da solução.

diagrama base

Video streaming ingest (contribuição de conteúdo via Internet)

Jornalismo, EAD, conteúdos para internet, campanhas políticas, no geral conteúdos que NÃO requerem uma manipulação de mídia com alto bitrate como uncompressed, RAW, HDR, para color grading e vfx por exemplo, podem se beneficiar de captação por streaming.

Neste vídeo demonstramos uma geração de streaming usando protocolo RTMP mas pode ser feito com protocolos baseados em HTTP como HLS.

O ingest é feito diretamente em nuvem, recebido em um canal single no MediaLive da AWS(mas poderia ser redundante). 

A gravação é feita em um bucket S3 que dispara uma função Lambda que executa um código que automatiza o processo de transcoder do stream para XDCAM encapsulado em MXF.

Ingest de arquivos (File-based) e edição remota

O processo de ingest de arquivos gravados em cartão podem incluir ou não upload das altas para storages em nuvem, no entanto para upload das altas o funcionamento ficará dependente da estabilidade e velocidade da internet.

Neste outro blog post
https://www.drivesys.com.br/edicao-remota-utilizando-proxies-em-cloud-nuvem/ publicamos um vídeo curto que mostra o ingest de arquivos em alta em storage local, transcode e upload dos proxies para nuvem para posterior gerenciamento, inclusão de tags, metadados, edição, revisão e aprovação.

Com este fluxo de trabalho preservamos mídias em UHD/HDR em storage local para grading, conform e finish, enquanto o processo de edição segue de forma distribuída.

Asset Management

Após as mídias estarem disponíveis da nuvem, conectamos um sistema de gerenciamento de mídia que acessa o bucket com as mídias.

Se as mídias em cloud storage estiverem em alta, o MAM gera os proxies, thumbnails automaticamente e disponibiliza em interface web para tagging, revisão, edição etc. Se forem enviados proxies, já fica disponível imediatamente.

Edição Remota com o Adobe Premiere com ilha de edição virtual

Durante a pandemia as produtoras e pós produtoras, inclusive grandes estúdios como Universal Studios produziram em home office simplesmente copiando as mídias em um HD e enviando junto com uma Workstation para casa do editor, em outros casos permitiram acesso as workstations da empresa remotamente via VPN.

Neste vídeo demonstramos a edição feita remotamente a partir de um notebook, mas operando com solução da Teradici via PCoIP uma workstation com GPU e Processador Intel Scalable, e que poderia ser configurada com múltiplas GPUs e Processadores.

Neste caso além dos assets em nuvem temos também a própria ilha Premiere rodando em nuvem.

Workstations virtuais, assim como a maioria das soluções em cloud são pagas por uso, hora ou mês, e isso faz com que sejam especialmente interessantes para projetos de curto prazo, ou para negócios com produções sazonais, onde um projeto demanda de 20 máquinas entre 3D, Motion, VFX e Edição, e no próximo projeto, apenas 5 máquinas para 3D.

De uma forma geral, com o conteúdo gerenciado em nuvem, disponível em um bucket do provedor(AWS, Gloogle, Azure, etc) que melhor atenda o orçamento e performance de cada produção, os sistemas de produção virtualizados acessam os assets, mídias, metadados, permitindo a uma produção distribuída e integrada.

Concluimos que a computação em nuvem aplicada para produção e pós produção de conteúdos audiovisuais abre um universo de oportunidades e alternativas para a execução destas produções.

Próximo Blog: OTT delivery

Plataformas de streaming como Netflix requerem que a entrega do conteúdo seja feita no formato IMF (Interoperable Master Format) um formato padrão criado pela SMPTE – Society of Motion Pictures & Television.
Gerar este formato também requere softwares específicos bem como uma série de settings para garantir que IMF seja gerado em conformidade.

 

 

Entre em contato aqui e vamos conversar sobre seus desafios da produção audiovisual!!

VIABILIZAR O TALENTO E A CRIATIVIDADE: É PARA ISSO QUE A DRIVESYS EXISTE!

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