ARMAZENAMENTO – storage  ou nuvem?

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Quando se trata de determinar a melhor forma de armazenar enormes quantidades de dados gerados diariamente, as organizações se deparam com duas opções: sistemas de armazenamento nas próprias instalações ou uma solução externa hospedada por provedores de computação na nuvem. Embora muitas empresas continuem investindo em storage central, o armazenamento baseado na nuvem está começando a se tornar uma opção potencial para algumas.

Obviamente, apesar de o armazenamento em nuvem parecer uma opção intrigante, existem pontos positivos e negativos associados a cada método, desde custo e controle até segurança.
Acima de tudo, as empresas de mídia precisam entender que não existe uma solução que atenda a todos os casos. Em vez disso, é basicamente uma questão de identificar um método — local ou baseado na nuvem — que ofereça a melhor opção para sua empresa com base nas suas necessidades.

Te damos três dicas importantes a serem consideradas ao avaliar qual opção é a melhor para seu negócio:

1. Controle e gerenciamento de dados
Controle e gerenciamento são os primeiros fatores importantes que devem ser considerados. Para as empresas do mercado de mídia que desejam ou precisam de mais controle sobre seu armazenamento, um storage central oferece uma grande variedade de opções englobando nível de serviço e graus de proteção de dados. Oferece maior suporte à replicação de sistemas de arquivos, camadas de dados, recursos de backup e hardware físico sendo ideal para otimizar o desempenho para diferentes tipos de aplicativos e dados dentro de um único sistema. O central storage também proporciona um gerenciamento de segurança e conformidade de dados mais direto, ao passo que alguns provedores de nuvem podem não ter o nível de privacidade necessária para atender aos regulamentos de dados específicos.

Em comparação, as empresas que optam por utilizar os serviços de um provedor de nuvem, como o Amazon Web Services, devem aceitar os termos estipulados no contrato de nível de serviço (SLA). Elas não têm que gerenciar com tanto nível de detalhes, mas também não têm o mesmo nível de controle. Se o SLA inicial, que inclui detalhes como a porcentagem de tempo que os serviços estarão disponíveis, o número de usuários que podem ser atendidos simultaneamente e os parâmetros de desempenho, acabarem se tornando inadequados, as empresas deverão migrar para a camada mais alta (e mais dispendiosa) de armazenamento para obter serviços e recursos adicionais.

2. Disponibilidade e latência
A capacidade de armazenar e acessar dados a qualquer momento é um componente crítico das soluções de armazenamento de mídia e exerce grande influência sobre a escolha do que é ideal: armazenamento central ou na nuvem. Embora uma alternativa relativamente nova ao storage, a disponibilidade de armazenamento na nuvem pode quase sempre exceder a disponibilidade de um ambiente tradicional, porque os sistemas que acessam os dados normalmente não têm um ponto único de falha e podem ser facilmente acessados de vários locais.

Contudo, um desafio inerente ao armazenamento na nuvem é a latência, que é difícil de ser reduzida sem garantir que os dados sejam armazenados em um local físico mais próximo, talvez optando por um provedor de serviços em nuvem que tenha um datacenter próximo a um centro de operações da empresa. Os profissionais que gerenciam o armazenamento para o mercado de mídia com aplicativos instalados no local, onde a latência ou uma incapacidade de acessar dados for um problema grave, deverão levar em conta essas desvantagens potenciais da nuvem.

Por outro lado, o storage pode ser configurado para alta disponibilidade oferecendo um armazenamento rápido com o suporte de um sistema de redes de armazenamento, tornando adequada a solução de storage para vários fluxos de trabalho diferentes que exigem alto desempenho, armazenamento de baixa latência.

3. Economia de custo (ou não)
O mercado de mídia continua investindo em storages.
No armazenamento baseado na nuvem, a empresa compra a quantidade de armazenamento necessária e paga uma tarifa mensal por esse armazenamento, porém geralmente há uma parcela de custos ocultos, por provedor e SLA, é claro, que aumentam os custos operacionais. Os custos de provedor por gigabyte de armazenamento, por solicitação e a cada transferência de dados de e para a nuvem podem aumentar rapidamente, resultando em um valor maior do que muitas empresas esperam. Para determinar de forma eficaz se a computação em nuvem é uma alternativa econômica às soluções físicas, as empresas devem realizar auditoria suficiente com relação às estruturas de preços em SLAs para que não haja nenhum custo suplementar que as surpreendam.

Mas então, o que é melhor?
Devem ser consideradas as necessidades diárias específicas do seu negócio antes de determinarem se devem armazenar seus dados no local ou movê-los para a nuvem. Realmente não se trata de qual método é o melhor, mas de qual método atende melhor às SUAS necessidades.

Para quem conta com dados sigilosos e que precisam do máximo de segurança, alta disponibilidade, desempenho e conformidade de armazenamento, o storage ainda é uma ótima opção. Conheça o Rockit Storage!

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